Cidades Inteligentes pedem Eventos Inteligentes: CSC Brasília e São Paulo

O que faz uma cidade ser inteligente…

Uma cidade pode ser inteligente principalmente quando ela respeita a inteligência de seus cidadãos e visitantes. Para isso, não basta somente colocar WiFi em praças (que na maioria das vezes não funciona, ainda!) ou sistemas de iluminação por LED dimerizáveis (ajustada na intensidade da luz conforme a presença de pessoas nas ruas), mas que não estão funcionando.

 

O cidadão quer que a cidade se revele a ele de forma contextual e ajustada para as suas necessidades específicas. Isso, na grande maioria dos projetos, não está acontecendo. Muitas cidades já estão desenvolvendo seus projetos de Cidades Inteligentes e elas estão sofrendo para ajustar as inovações que promovem. Parece aquela ideia de que o projeto não decola, não consegue sair do papel, pois o cidadão não percebe mudanças. E essa dificuldade é perfeitamente natural: os primeiros a ‘abrirem a picada na mata’ sempre sofrem mais do que os que entram na floresta depois. No entanto, existem soluções mais leves e que já nascem ajustáveis ao longo de sua implementação, com valor de investimento baixo e alto impacto para o cidadão e para o visitante da cidade.

 

O uso dos smartphones, por exemplo, é a uma das soluções que todo governante deve priorizar, com certeza, e mostramos três razões para isso:

 

  1. Quase todos os cidadãos já estão conectados com seus smartphones nas mãos.
  2. Conectados, com seus smartphones nas mãos, quase todos os cidadãos já estão.
  3. Com seus Smartphones nas mãos, quase todos os cidadãos já estão conectados.

 

Repetimos 3 vezes intencionalmente para mostrar que isso deveria ser óbvio e gerar um senso de emergência na mente dos líderes das cidades. Alguns podem até dizer que a cobertura de smartphones e 3G ainda não é de 100%, mas isso nunca será. Segundo o IBGE, 92,3% dos Brasileiros usam o smartphone para acessar a Internet e essa porcentagem já é motivo suficiente para uma estratégia de cidades inteligentes também baseada na conectividade dos smartphones.

 

Globalmente, o smartphone é considerado uma das chaves para projetos de cidades inteligentes de sucesso. O Financial Times já escreveu várias matérias sobre o uso dos smartphones como potencializador destes projetos. Num outro artigo, também do FT, é ressaltado que o Smartphone poderia ser o SEGREDO de projetos de cidades inteligentes. Talvez esse seja o ‘segredo’ mais óbvio dos dias de hoje.

 

A verdade é que estamos atrasados, pois temos soluções que já podemos implementar, sem custo adicional (na realidade gerando muita economia para a cidade) e com alto impacto positivo para os cidadãos.

 

Criando conexões entre a cidade e o visitante (ou o cidadão) através de conteúdo!

As cidades devem estabelecer conexões com as pessoas que transitam e vivem nelas a partir dos conteúdos a serem consumidos. Assim, as pessoas se relacionam com a cidade de forma contextual. Na prática, ao invés de ficar gerando um app ou um site responsivo para cada evento da cidade ou área, a nova tendência, inclusive sinalizada pelas novas normas de publicação de aplicativos da Apple , é  criar uma plataforma única, mas adaptável às necessidades de cada indivíduo. Uma plataforma da cidade. O Midiacode já nasceu nessa lógica, pensando em como tornar a vida do cidadão e do gestor de conteúdo da cidade mais fácil, mantendo a conexão entre as duas pontas no longo prazo.

Ter uma solução que entrega conteúdo útil para os cidadãos, de forma que, pela qualidade, conveniência e disponibilidade do conteúdo, diminua-se muito a vontade de se desconectarem da (plataforma da) cidade é uma premissa cada vez mais importante.

 

Eventos inteligentes: O CONNECTED SMART CITIES – Encontro Regional Centro-Oeste e o evento principal em São Paulo

Para entender estes aspectos de como uma cidade inteligente pode funcionar e para debater os temas mais relevantes dos projetos de Cidades Inteligentes acontece no dia 19 em Brasília e 4-5 de Setembro, em São Paulo.

O Connected Smart Cities envolve empresas, entidades e governos em uma plataforma que tem por missão encontrar o DNA de inovação e melhorias para cidades mais inteligentes e conectadas umas com as outras, sejam elas pequenas ou megacidades.

Para atingir este objetivo, unimos empresas e entidades de serviços e tecnologia de ponta, especialistas, governo e pessoas engajadas com a otimização das cidades do Brasil, buscando inspiração em soluções implantadas nas mais inteligentes cidades do mundo e trazendo novas ideias.

A plataforma Connected Smart Cities engloba as seguintes vertentes: o desenvolvimento de um Ranking de Smart Cities do Brasil; um Prêmio que reconhece as melhores iniciativas desenvolvidas para a melhoria de cidades; um Fórum que traz especialistas para a discussão dos principais temas relacionados ao desenvolvimento urbano; e uma Expo que conta com a exposição de empresas patrocinadoras do projeto. Todas estas partes estarão reunidas em um evento que em 2018 acontece nos dias 04 e 05 de setembro em São Paulo/SP.

O CSC usa o Midiacode como plataforma de conteúdo desde o ano passado e em 2018 a parceria foi renovada.

Veja abaixo o vídeo de como foi o Connected Smart Cities de 2017, sob a perspectiva do uso do Midiacode como plataforma de conteúdo, emulando uma cidade inteligente no próprio evento.

 

Neste vídeo, o engajamento dos “cidadãos” do evento (ou participantes) ficou claro pois semanas depois, eles continuavam a interagir com os conteúdos compartilhados nele. Hoje, as interações passam de 18 mil, o que significa que mais 6 mil leituras e downloads foram adicionados nos meses seguintes do evento.

Os cidadãos querem se engajar com as experiências smart das cidades e as cidades precisam desse engajamento!

Certamente as cidades que mais rapidamente usarem os smartphones e os conteúdos para conectar seus cidadãos com informações e conhecimentos que são úteis para suas vidas, quanto mais as cidades ativamente entregarem conteúdos que façam sentido para cada indivíduo, respeitando suas necessidades específicas e quanto mais as coisas das cidades se revelarem para as pessoas (de preferência através de geofences), mais inteligente elas serão. E essa inteligência vai muito além das praças com Wifi e lâmpadas de led dimerizáveis!

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