O Brasil acorda para a (r)evolução do QR Code!

Mas esse movimento não é novo!

Sim, mas vai muito além do QR Code! É a revolução da Transmídia!

O QR Code está invadindo a vida das pessoas do ocidente em uma verdadeira revolução por aqui, mas fortemente influenciada por décadas de uso da mesma tecnologia no oriente.

O que mudou? Estamos acordando!

As empresas brasileiras, americanas e do oeste europeu, através de seus líderes, estão vendo que as pessoas não largam mais seus celulares. Isso é um fenômeno antropológico! Não depende da minha ou da sua aceitação.

Essas mesmas pessoas querem e precisam estar conectadas a outras pessoas, a empresas, a produtos, a serviços e a experiências, e fazem isso através de seus smartphones.

Ocorre que elas estão nos espaços físicos, circulando e interagindo. Estão em eventos, “turistando”, em shows, museus, lojas, shoppings, condomínios, em rodovias viajando, em aeroportos e por aí vai.

Existe muita interação com conteúdos que estão nestes espaços! E, quase que invariavelmente, as pessoas não querem perder tempo tendo que assimilar muita informação, paradas olhando para um pôster por exemplo. Ou para um rótulo, embalagem, mural, cartaz ou display digital.

Elas querem conteúdos e interações rápidas e, se possível, querem levá-las convenientemente consigo, se realmente forem importantes para elas. Assim, poderão ler no caminho, ou enquanto esperam em determinados momentos da experiência que estão desfrutando. Se você pensou nas filas dos parques de Orlando, em um ponto de ônibus (ou metrô) de São Paulo ou em um restaurante lotado, bingo! Entendeu bem do que eu estou falando.

TEMPO para ficar PARADO em frente a informação até terminar a leitura ESTÁ cada vez mais ESCASSO. Os conteúdos devem acompanhar a pessoa por onde ela for. E por um longo prazo! Pelo menos, enquanto o conteúdo for relevante para aquela pessoa.

As pessoas buscam por mais informações também a respeito de produtos e serviços, mesmo que não tenham a intenção de comprá-los naquele momento.

Vinho com guia de harmonização.

Outras pessoas precisam executar ações perante um produto ou serviço, como a aquisição. Isso pode acontecer através do QR Code, usado como meio de pagamento.

Para entregar essas experiências de forma inteligente, através dos smartphones, muitas empresas e governos estão usando o QR Code (Veja exemplos nos artigos que mencionamos abaixo).

Há uma década, houve no Brasil uma tentativa de usar o QR Code como ferramenta de marketing e, principalmente por falta de massa crítica de smartphones no mercado brasileiro naquele tempo, essa tecnologia não decolou.

Agora, com a massificação do uso dos smartphones (segundo a Deloitte, 92% da população brasileira possui ou usa um Smartphone) e com as mudanças da própria sociedade, mais próxima e afeita a novos usos das tecnologias para melhorar suas vidas, simplificar operações e aumentar a segurança de transações financeiras, o movimento de novas experiências com o uso do QR Code está crescendo e acelerando!


O QR CODE, então, PEGOU!

Em nossas jornadas de venda da solução Midiacode, uma evolução do QR Code, em várias empresas e mercados no Brasil, ouvíamos muito as seguintes frases:

  • “Será que o QR Code ainda vai pegar?”
  • “O QR Code não pegou no Brasil! Já era!”
  • “Eu não gosto do QR Code!”, frase que ouvimos de um cliente nosso governamental de alta patente. Mas, mesmo não gostando, o Midiacode foi contratado e promove até hoje a economia de centenas de milhares de reais a cada semestre.

Nunca mais ouvimos esse tipo de frase!

Em agosto de 2017 escrevi um artigo que falava sobre o uso so QR Code, quais são suas deficiências e como, com tecnologias mais modernas, essas deficiências poderiam ser resolvidas. De lá pra cá a tecnologia já evoluiu muito mais, com novas funcionalidades e integrações.

Hoje, ao ver a recente matéria do Link, do jornal Estado de São Paulo, sobre o uso do QR Code no Brasil, percebemos que a visão do Midiacode estava certa: a facilidade e a conveniência de ferramentas que conectam o físico com o digital iria invadir todos os mercados!

Leia essa matéria! Sério! Vai ajudar muito a quebrar alguns mitos que você porventura ainda tenha em relação à tsunami de experiências com QR Code que estão vindo do oriente para o ocidente.

Leia também esse outro artigo do Lucas Marques, COO da Méliuz, que após 9 dias na China, voltou apavorado. Ele citou dois exemplos claros de uso de QR Codes para facilitar a vida das pessoas, um num restaurante e outro no varejo de remédios controlados. Existem inúmeros outros exemplos e oportunidades de inovação!

“Vocês vão entender claramente porque fiquei muito assustado com tudo que vi lá.”

Lucas Marques, após voltar de uma viagem de 9 dias para a China

O QR Code é um formato de transmídia. Sim, exatamente isso. Uma informação que começa em uma mídia e continua em outra, na explicação mais simples e a que mais utilizo.

A revolução não é só do QR Code, mas da TRANSMÍDIA!

RecordTV conectando telespectadores com o Midiacode

O termo completo seria transmedia storytelling. Ou seja, é uma contação de história que começa em um lugar e continua em outro, conforme exemplo ao lado.

Durante o programa TOP Chef da RecordTV, os telespectadores capturavam e guardavam a receita do cozinheiro vencedor naquele episódio do reality show, através do app da própria emissora. Nessa relação de conteúdos mais perenes, ou colecionáveis, também se comunica marcas, produtos e promoções.

Outros exemplos de transmídia, para além do QR Code quadrado, já estão em forte expansão. O Spotfy, por exemplo, tem os Codes, que permitem gerar campanhas de marketing e playlists associadas a códigos QR capturáveis. Veja essa campanha do Mc Donalds, usando a tecnologia.


Anos de pesquisa do QR Code

Passamos 16 anos estudando o QR Code e a transmídia e encontramos outras formas de conectar o mundo físico com o digital, como a geolocalização, links em redes sociais, beacons, imagens, sons, sincronicidade, comportamento e menus em apps.

São os conteúdos nas coisas, nos lugares, nas outras pessoas, nas experiências, ou seja, no contexto onde você está.

Desenvolvemos o Midiacode porque, dentre outras inovações necessárias, o QR Code puro e simples continuava e continua entregando os mesmos benefícios, assim como, os problemas que sempre o marcaram, dentre os quais eu destaco:

  • A grande dependência de internet para a entrega da experiência.
  • Leva o consumidor somente a um site, na maioria das vezes, sem conectá-lo, sem engajá-lo com a marca.
  • A não captura de big data e analytics de forma a entender melhor o comportamento do consumidor.
  • A complexidade tecnológica de criar novas experiências com o QR Code para os consumidores e a consequente necessidade de uma equipe técnica, invariavelmente cara.

Para derrubar essas dificuldades e inovar, evoluindo a experiência transmidiática das pessoas e marcas, criamos uma solução que permite você criar desde um QR Code simples, que liga as pessoas a seu site, mas com big data e analytics, até uma plataforma completa onde você pode publicar conteúdos (mesmo sem ter um site), criar programações de eventos, apostilas de treinamento, questionários abertos e fechados, conteúdos integrados de vários sites, canais de comunicação, integrações com sistemas legados, meios de pagamentos, embalagens inteligentes, mapas interativos, dentre outras opções.

As possibilidades de aplicação são praticamente infinitas. Veja mais algumas:

  • Eventos inteligentes: tudo no evento é capturável e colecionável (engajamento de longo prazo: antes, durante e após o evento).
  • Smart retail, lojas conectadas, experiências que conectam os clientes e entregam conteúdo, cupom, promoção, …
  • Meios de pagamento para lojas, eventos, produtos, catálogos digitais.
  • Catálogos inteligentes com produtos com visualização em 360 graus.
  • Produtos que se explicam para os consumidores, com botão de compra ou recompra, entendimento profundo do comportamento do consumidor.
  • Cidades inteligentes, com códigos e cercas georreferenciadas que fazem a cidade se revelar para seus cidadãos e turistas.
  • Associações que entregam mais valor a seus associados, mais presente em seus cotidianos e fazendo com que os profissionais do setor tenham mais proficiência.
  • Dentre outros.

Estamos só no começo dessa revolução!

Ainda vamos ver muito mais QR Codes em muitas experiências diferentes, para além dos meios de pagamento.

Estamos somente no começo de uma grande revolução transmídia. As pessoas vão ter muito menos trabalho para se conectarem aos produtos e serviços que gostam, para coletarem informações e relatórios e para interagirem com as marcas. E as empresas vão ter muito menos trabalho para entender e falar com estes consumidores.

O “vagão de oportunidades digitais” está passando devagar e com as portas escancaradas. Abraçar essas possibilidades que o mundo transmídia, digital e conectado trazem para as empresas me parecem ser uma das boas decisões que um gestor contemporâneo minimamente antenado pode tomar.

Não interessa qual seja o seu mercado. A revolução digital, se já não o está transformando profundamente, irá impactá-lo muito e em breve. Nós fazemos propostas para empresas de vários segmentos. As vezes ficamos até assustados com o potencial de abrangência da transmídia. Outro dia fizemos nossa primeira proposta para um cemitério, logo depois que fiz para um museu e para uma grande emissora de televisão.

Também não interessa o nível de competência técnica da sua equipe ou o quanto ela esteja ocupada. Nossa plataforma torna o uso da transmídia algo tão simples e rápida quanto enviar um email. Tecnologia fácil que impacta tanto o lado de quem publica quanto o consumidor final.

No Brasil, temos todas as condições para continuar o despertar em relação à transmídia. Mas podemos acelerar um pouco mais! Os consumidores, com seus smartphones, estão prontos para se conectarem com seus produtos e serviços. E geralmente o fazem quando o conteúdo (ou a interação) é relevante para ele, não toma seu tempo e pode ser acessada de forma inteligente.

Numa reunião no InovaBra, semana passada, o Bruno Erlinger comentou com toda a razão: “Chega de falarmos de Smart Retail com exemplos somente da China”. Temos tecnologia, mercado e pessoas no Brasil para gerarmos vários exemplos de Smart Retail, Smart Education, Smart Cities, Smart Packaging, dentre outros.

Já que acordamos, o que nos falta então?

Nos falta agora acelerar!

Porque o tempo não somente URGE, mas “RUGE”!


Se quiser, capture esse conteúdo com o Midiacode e compartilhe-o com quem quiser…